Texto do Camões-Instituto da Cooperação e da LínguaUma Língua e sua VariaçãoSendo a língua uma forma preferencial do comportamento humano, é natural que varie no tempo. Tal mudança, denominada diacrónica ou histórica, tem paralelo na mudança dos conceitos de vida de uma sociedade, na mudança das artes, da filosofia e da ciência e, até, na mudança da própria natureza. Pelas mesmas razões fundamentais – a língua como forma de comportamento social e individual, a utilização da língua por grupos de indivíduos separados geograficamente, ou socialmente – todas as línguas apresentam variações no espaço decorrentes da diferente origem geográfica ou social dos falantes. As variações mais evidentes são as existentes entre variedades nacionais como, no caso do Português, as que se notam entre a língua falada em Portugal (Português Europeu, adiante PE), no Brasil (Português Brasileiro, adiante PB), e nos outros países em que foi adoptado como língua oficial: Angola, Moçambique, Cabo Verde, Guiné-Bissau, São Tomé e Príncipe e Timor-Leste. |
| - Mapa dos países e região administrativa especial (Macau) que têm o português como língua nacional ou oficial. |
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| Por outro lado, as variedades nacionais de uma língua não apresentam uma uniformidade interna, mas são constituídas por variantes geográficas: os dialectos. No Português Europeu, os dialectos não são muito distintos entre si, talvez por razões de carácter histórico nas quais ressalta o facto de Portugal ser o país europeu com as fronteiras mais antigas. Essa aparente uniformidade fez com que durante muito tempo se considerasse o Mirandês (falado na região de Miranda, norte de Portugal) como o único dialecto do Português, dada a estranheza que as pessoas sentiam nessa forma de falar. Afinal, essa estranheza era devida ao facto de o Mirandês ser um dialecto de uma língua diferente, o Asturiano ou Asturo-Leonês, que tem características distintas do Português. A confusão desapareceu a partir de 1997, ano em que o Mirandês foi considerado oficialmente uma língua minoritária com estatuto reconhecido no território linguístico português. Do mesmo passo, Portugal deixou de ser um país monolingue e os mirandeses passaram a ser indivíduos bilingues. Acrescente-se que o dialecto já não é hoje considerado, como foi em tempos, uma forma ‘diferente’ (e até desprestigiada) de falar uma língua, mas é ‘qualquer’ forma de falar uma língua conforme a região a que pertence o falante. Portanto, todos os indivíduos falam um certo dialecto, correspondente à sua região de origem. Um outro tipo de variação nota-se no uso da língua por diversos grupos socioculturais e socioeconómicos, o que determina a existência dos denominados sociolectos. Dialectos, sociolectos e variedades nacionais são termos com que designamos aspectos da variação de uma língua. |
| - Mapa dos dialectos Portugueses |
Uma língua ou mais do que uma língua?Poder-se-á perguntar, perante as variantes de uma língua, evidentes para os seus falantes e para os estrangeiros que a não conhecem, por que razão mantemos o mesmo nome para formas de falar que apresentam diferenças? Em que circunstâncias devemos considerar que elas constituem línguas diversas?Existem duas ordens de factores para a manutenção de um mesmo nome – língua portuguesa, francesa, inglesa – cobrindo variantes de diferente tipo. Por um lado, não é possível demonstrar linguisticamente que duas variedades de uma língua passaram a ser línguas distintas em determinado momento da sua evolução por se verificarem certas diferenças fonéticas, morfológicas ou sintácticas, ou por se considerar que os seus falantes manifestam entre si diferenças culturais. Na verdade, há diferenças de vários tipos no interior de uma língua e há semelhanças entre línguas que têm nomes diversos por razões históricas. Por outro lado a manutenção dessas variedades no interior do que se denomina uma língua é, em última análise, uma opção política (como o foi a decisão de tornar o Português, o Francês ou o Inglês línguas oficiais nas antigas colónias depois da respectiva independência). Ou seja, o termo "Língua Portuguesa", que cobre as variedades sociolectais, dialectais e nacionais que convivem em Portugal, no Brasil e nos países onde é língua oficial , deve ser entendido como importante instrumento de coesão entre povos e como afirmação política e económica num contexto nacional e transnacional. Este é um dos mais fortes motivos para que conservemos a denominação de Língua Portuguesa cobrindo todas as suas naturais variantes. |
Leituras Complementares |
| Cintra, Luís Filipe Lindley (1971) Nova proposta de classificação dos dialectos galego-portugueses. Boletim de Filologia, XXII,81-116. Republicado em Cintra, Luís Filipe Lindley (1983) Estudos de dialectologia portuguesa. Lisboa: Sá da Costa Editora, 117-164. www.instituto-camoes.pt/cvc/hlp/biblioteca/novaproposta.pdf Ferronha (org.) (1992). Atlas da Língua Portuguesa na História e no Mundo. Lisboa: Imprensa Nacional/Casa da Moeda, Comissão Nacional para os Descobrimentos Portugueses, União Latina. Lobo, Tânia (1992) Variantes nacionais do Português: sobre a questão da definição do Português do Brasil.www.prohpor.ufba.br/variantes.html. Mateus, Maria Helena Mira (2002) Unidade e diversidade da língua portuguesa. In Mateus, Maria Helena Mira (2002) A Face Exposta da Língua Portuguesa. Lisboa: Imprensa Nacional/Casa da Moeda: 15-26. Mateus, Maria Helena (2002) Variação e variedades: o caso do português. Conferência proferida na Universidade Eduardo Mondlane (Maputo) em Maio de 2002 http://www.iltec.pt/pdf/wpapers/2002-mhmateus-variacao.pdf Mota, Maria Antónia Coelho da (1996) Línguas em contacto. In Faria, Isabel Hub, Carlos Gouveia, Emília Pedro e Inês Duarte (orgs.) (1996) Introdução à Linguística Geral e Portuguesa. Lisboa, Editorial Caminho: 505-534 Raposo, Eduardo Paiva (1984) Algumas observações sobre a noção de "língua portuguesa". Boletim de Filologia 29: 585-94. Segura, Luísa e Saramago, João (2001) Variedades dialectais portuguesas. In Mateus, Maria Helena Mira (org.) (2001) Catálogo da Exposição Caminhos do Português. Lisboa: Biblioteca Nacional, 221-237. Ver mais informação em: http://cvc.instituto-camoes.pt/cpp/acessibilidade/capitulo1_1.html |
9 de maio de 2015
9-maio| Língua Portuguesa- A 3ª língua europeia mais falada do mundo | Dia da Europa
14 a 24 de maio-País convidado: PORTUGAL-Festival #Recuore 2015 León-Espanha Arte, Reciclagem, Arquitectura e Sustentabilidade
14 a 24 de maio
Festival #Recuore 2015 | León-Espanha
Arte, Reciclagem, Arquitectura e Sustentabilidade
País convidado: PORTUGAL
Festival #Recuore 2015 | León-Espanha
Arte, Reciclagem, Arquitectura e Sustentabilidade
País convidado: PORTUGAL
Local: Palácio de Gaviria, Coal- Colegio Oficial de Arquitectos de León, C/ conde Luna, 6-León-Espanha
Festival organizado pela Drª Sara Colinas e o Recuore, em colaboração com a Drª Sofia Silva, o Camões Instituto da Cooperação e da Língua, a Universidad de León, a 8 Séculos de Língua Portuguesa-Asscoaição entre outras entidades e patrocinadores de relevo, no âmbito das Comemorações dos 8 Séculos da Língua Portuguesa.
Concertos, Oficinas, Conferências, Teatro, Performances
Notícia- «Juntamo-nos às Comemorações dos 8 séculos da Língua Portuguesa e 400 anos da Peregrinação de Fernão Mendes Pinto» - Bibliotecas do Agrupamento de Escolas Emídio Navarro
«As bibliotecas do Agrupamento de Escolas Emídio Navarro e as bibliotecas escolares de todo o concelho de Almada juntaram-se aos eventos/comemorações de "A Língua em viagem-Celebrar os 8 séculos da Língua Portuguesa e 400 anos da Peregrinação do Fernão Mendes Pinto" que tem sido desenvolvido pelo nosso Centro de Formação AlmadaForma e a Câmara Municipal de Almada.
Combinamos desafiar as escolas do concelho para duas grandes temáticas:
1- "A Língua portuguesa em viagem: contos e lendas no Mundo"- é uma proposta interessante para várias disciplinas, não só a Língua Portuguesa, mas também a História, a Geografia, Oferta Complementar- Cidadania, etc.
Os produtos poderão ser os mais variados, seja o reconto, a ilustração, PP, vídeos... Aqui, na biblioteca da Escola António da Costa iniciamos já a seleção de material para este tema.
Em princípio, os trabalhos poderão ser mostrados de23 de fevereiro a 20 de março, período que coincide com a Semana da Leitura 2015 proposta pelo Plano Nacional de Leitura (6 a 20 de março). E o tema proposto pelo PNL "Palavras do Mundo", tem muito a ver com este nossa proposta!
2- "Celebrar a Língua Portuguesa em 800 postais"
Criação de postais que contenham uma citação de autor lusófono, com uma ilustração. O tamanho do postal é o tamanho normalizado de um postal dos correios.
No verso/texto do postal colocar apenas na zona do remetente o(s) autor(es) do postal e a escola. Deixar a zona do destinatário em aberto.
As frases podem não ser, necessariamente, de autoresda área da literatura. Interessa, também, dar relevo a autores de outras áreas que se notabilizaram edesenvolveram a sua atividade... em línguaportuguesa! A entrega dos postais na biblioteca deverá ser feita até 19 de fevereiro.
Os 800 melhores postais do concelho serão apresentados numa exposição na Biblioteca Municipal no Dia do Livro e dos Direitos de Autor, a 23 de abril.
Cada agrupamento de escolas irá selecionar os seus melhores 50 postais que integrarão o projeto.
Após a exposição, os postais seguirão a sua viagem comemorativa... Serão oferecidos aos participantes no II Ciclo de Conferências A Língua em Viagem - Celebrar os 8 Séculos da Língua Portuguesa e os 400 anos da Peregrinação de Fernão Mendes Pinto, que se realizará em maio, e também enviados para os 4 cantos do mundo: para os responsáveis políticos e culturais, para bibliotecas e escolas do mundo lusófono.»
Texto: Bibliotecas escolares| Agrupamento de Escolas Emídio Navarro
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Sobre Fernão Mendes Pinto e a sua obra Peregrinação (1614):
1- Doc. "Fernão Mendes Pinto: uma vida em Peregrinação" p.1
Realizado por José Pedroso e Nuno Neves. Montagem por Nuno Neves. Elaborado no âmbito da inauguração do Museu do Oriente
Realizado por José Pedroso e Nuno Neves. Montagem por Nuno Neves. Elaborado no âmbito da inauguração do Museu do Oriente
2-Doc. "Fernão Mendes Pinto: uma Vida em Peregrinação" p.2
Realizado por José Pedroso e Nuno Neves. Montagem por Nuno Neves. Elaborado no âmbito da inauguração do Museu do Oriente
3- Grandes Livros: "Peregrinação", Fernão Mendes Pinto-Portugal no Mundo (2011)- RTP
7 de maio de 2015
CONVITE- 14|maio |18h00 -Tertúlia poética dedicada a Portugal- Poetas de Mar e Mundo- Casa Fernando Pessoa
A 8 Séculos de Língua Portuguesa-Associação tem a
honra de convidar V. Exa. para a próxima tertúlia poética dedicada à poesia
portuguesa, no dia 14 de maio, 5ª feira, às 18 horas, na Casa Fernando Pessoa,
no âmbito das Comemorações dos 8 Séculos da Língua Portuguesa.
Teremos o privilégio da participação Professor Doutor
Carlos Carranca, professor do ensino superior, poeta, ensaísta, declamador,
cantor e animador cultural, com vários livros publicados.
É Carlos Carranca que no seu poema O Poeta e a Vida, nos
revela que «Contra a angústia/ a solidão
e o medo/ ergo/ os versos/ e não cedo.// Quebro-os/– lança imaginária –/na
página da Vida./ E é por ela/ que os escrevo.»
Carlos Carranca fará uma breve preleção sobre a literatura
portuguesa. Seguidamente, daremos lugar à declamação de poesia e, no final,
abriremos a sessão à participação do público.
Esta tertúlia insere-se no ciclo intitulado «Poetas de Mar e Mundo», que tem por
objetivo promover e divulgar a poesia dos países de língua oficial portuguesa,
dando a conhecer, através dela, as diversas culturas, aproximando os povos que
usufruem de uma riqueza cultural em comum – a Língua Portuguesa.
Escolhemos para este ciclo de tertúlias a Casa
Fernando Pessoa pela simbólica que encerra, pelo facto de o “Mar” estar
presente na poesia pessoana, por este ano se assinalarem os 80 anos sobre o
falecimento de Fernando Pessoa e os 100 anos do heterónimo de Alberto Caeiro,
por prestigiar as literaturas dos países de língua portuguesa e, acima de tudo,
por ser prestigiada por elas.
Nas tertúlias anteriores, a 8 Séculos de Língua
Portuguesa-Associação convidou diversos declamadores a apresentarem a poesia
dos seus países: Jorge Pessoa (Angola), Lauro Moreira (Brasil), Celina Pereira
(Cabo-Verde), Emílio Tavares Lima (Guiné-Bissau) Elsa de Noronha (Moçambique), José
Amaral (Timor-Leste) e Olinda Beja (São Tomé e Príncipe). Fizeram uma
retrospetiva sobre o contexto literário no Brasil, em Cabo Verde, na
Guiné-Bissau, em Moçambique e em Timor-Leste, o Embaixador Lauro Moreira, o
Professor Doutor Alberto de Carvalho, o Doutor Ernesto Dabó, o Dr. Emílio
Tavares Lima, a Drª Giulia Spinuzza, o Professor Luís Costa e a Professora
Doutora Olinda Beja, respetivamente.
A tertúlia dedicada a Portugal, no dia 14 de maio, 5ª
feira, encerra este ciclo de promoção e divulgação da poesia dos países
da CPLP.
Na expectativa de V. Exa nos conceder a honra da sua
presença, queira aceitar os nossos melhores cumprimentos,
Maria José Maya
Presidente da Direção
8 Séculos de Língua Portuguesa-Associação
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Sobre
Carlos Carranca
Carlos Alberto Carranca de Oliveira e
Sousa, mais conhecido como Carlos Carranca, professor do ensino superior,
poeta, ensaísta, declamador, cantor e animador cultural, nasceu na Figueira da
Foz, com fortes laços de ligação à Lousã. Licenciado em História, é professor
auxiliar convidado da Universidade Lusófona, docente da Escola Superior de
Educação Almeida Garrett e da Escola Profissional de Teatro de
Cascais.
Foi Presidente da Direcção da Sociedade de Língua
Portuguesa, de 1998 a 2001; fundador e membro da direcção do Círculo Cultural
Miguel Torga; professor no Instituto Superior de Humanidades e Tecnologias;
sócio fundador da Sociedade Africanóloga de Língua Portuguesa; sócio fundador
do Círculo Cultural Miguel Torga; sócio da Associação Portuguesa de Escritores;
director adjunto do jornal Artes e Letras e consultor cultural da
Associação dos Antigos Estudantes de Coimbra em Lisboa, assumindo-se, ainda,
como apoiante indefectível da Académica. Entre as instituições com as quais
colabora regularmente, podemos citar o Museu da República e Resistência e a
Associação 25 de Abril.
Na Universidade Lusófona levou a cabo uma intensa
actividade e marcante acção cultural: director do Gabinete de Acção Cultural;
fundador e director-adjunto da Biblioteca Geral (com o director, Professor
Vítor de Sá); fundador e presidente do Conselho Fiscal das Edições
Universitárias Lusófonas; secretário do Centro de Estudos de História
Contemporânea; fundador do Centro de Iniciação Teatral, juntamente com Carlos
Avilez e João Vasco; fundador e coordenador da colecção
científico-literária Meia Hora de Leitura, em parceria com Vítor de Sá –
no âmbito das actividades da Biblioteca.
Também nas escolas do concelho de Cascais, onde exerceu
docência, o seu papel como divulgador da poesia portuguesa e animador cultural
se destacou. Na Escola Secundária Ibn Mucana, entre outras coisas, dirigiu as
actividades culturais da biblioteca e criou a revista Oxalá. Na Escola
Secundária de Alvide organizou o Movimento Juvenil, a nível nacional, de apoio
à candidatura de Miguel Torga ao Prémio Nobel (com recolha de assinaturas
entregues em Estocolmo).
Durante os anos 1994-99 foi responsável
pela Noite das Artes – espectáculo de encerramento das Jornadas de
Educação e Cultura do Concelho de Cascais, onde poetas como Miguel Torga,
António Gedeão, Manuel Alegre, Luís Goes, Helena Cidade Moura, Fernando Silvan
e Sophia de Mello Breyner foram homenageados.
Estudioso das tradições populares e académicas de Coimbra,
é como poeta que se torna conhecido em dois livros profundamente ligados à
temática da cidade do Mondego:Serenata Nuclear e Sete Poemas para
Carlos Paredes. É, no entanto, como divulgador da poesia portuguesa, como poeta
e ensaísta – torguiano convicto (responsável pela homenagem nacional a Miguel
Torga e coordenador da homenagem que lhe foi prestada no concelho de Cascais) –
e como animador cultural, que o seu trabalho ganha ainda mais importância,
destacando-se Poesia para Todos, três anos consecutivos em palco, no
auditório do Instituto Português da Juventude (Parque das Nações), de 1999 a
2002, com uma apresentação de sucesso no Cine Teatro da Lousã.
É, também, no Cine Teatro da Lousã que lança uma das
suas obras poéticas, Lousã em Menino. A este propósito deve-se referir a
prontidão que sempre tem demonstrado para colaborar com a autarquia e o carinho
com que as gentes da Lousã têm recebido aquele que consideram um dos seus.
Das várias obras publicadas, destaca-se o
livro Torga, o Bicho Religioso, nascido da relação pedagógica de Carlos
Carranca com os seus alunos da Escola Profissional de Teatro de Cascais, a quem
foi dedicado, tendo sido objecto de apresentação pública em muitos municípios.
Obras publicadas:
Poesia – Imagem, Lisboa, 1981; À
procura do amor perdido, Lisboa, 1982; Ressureição, Coimbra, 1992; 7
Poemas para Carlos Paredes, Lisboa, 1994, 2ª ed. 1994, 3ª ed. rev. aum. 1996;
4ª ed. revista e aumentada, 1998; Serenata Nuclear, Coimbra,
1994; Pedras suspensas, Lisboa, 1996; O espírito da raiz, Lisboa,
1997; Homo viator (in Espírito da raiz), Lisboa, 1997; Lousã em
Menino, Lisboa, 1998; Neste lugar sem portas, Lisboa, 2002.
Ensaio – Torga, o português do mundo, Coimbra,
1988; Miguel Torga e a África portuguesa, Lisboa, 1995; O Fantasma de
Pascoaes, Lisboa, 1996, 2ª ed. ver. aum., 1997;Torga – o bicho religioso,
Lisboa, 2000, 2ª ed. rev. aum., 2000; A Nostalgia de Deus ou a palavra
perdida em Miguel Torga, Lisboa, 2001; O sentimento religioso em Torga e
em Unamuno, Lisboa, 2002.
Outras publicações – O coração ao pé da
boca, Lisboa, 2001.
Org. Antologias Poéticas – O Poema, Lisboa,
1998; O Poema 2, 1999; O Poema 3, 2000; O Poema 4, 2001; 25
Poemas de Abril, Lisboa, 1999; 25 Poemas no feminino, Lisboa,
2001; Poemas 25, Lisboa, 2001.
In Projecto Vercial, Universidade do Minho, disponível
em: http://alfarrabio.di.uminho.pt/vercial/carranca.htm
CONVITE-12 |maio|18h00-Exposição de Medalhas «Vultos da nossa História» Organização da INCM e da 8 Séculos de Língua Portuguesa-Associação
CONVITE
12 |maio|18h00
Exposição: Vultos da Nossa História
Exposição: Vultos da Nossa História
Organização: Imprensa Nacional-Casa da Moeda e 8 Séculos de Língua Portuguesa-Associação
Local: INCM-Avenida de António José de Almeida-Lisboa
Email para confirmação da presença: rsff@incm.pt
A Imprensa Nacional-Casa da Moeda e a 8 Séculos de Língua Portuguesa-Associação têm a honra de convidar V. Exa. para a inauguração da Exposição de Medalhas do acervo do Museu Numismático Português, intitulada Vultos da nossa História, que se integra nas Comemorações dos 8 Séculos da Língua Portuguesa.
Notícia- 5 de maio-POESIA nos Transportes de Lisboa-Dia da Língua Portuguesa e da Cultura na CPLP
Organização.: 8 Séculos de Língua Portuguesa-Associação, os Transportes de Lisboa, a Leya, a Fundação Portugal-África e a Conexão Lusófona.
Celebrou-se no dia 5 de maio o Dia da Língua Portuguesa e da Cultura na CPLP
POESIA nos Transportes de Lisboa.
No âmbito das Comemorações dos 8 Séculos da Língua Portuguesa, a 8 Séculos de Língua Portuguesa-Associação, os Transportes de Lisboa, a Leya, a Fundação Portugal-África e a Conexão Lusófona assinalaram, no dia 5 de maio, o Dia da Língua Portuguesa e da Cultura na CPLP (Comunidade de Países de Língua Portuguesa), com uma ação de promoção da Poesia escrita em língua portuguesa.
No dia 5 de maio, foi afixada, nos veículos da CARRIS, poesia de autores de língua portuguesa. Voluntários da 8 Séculos da Língua Portuguesa-Associação e da Usalma-Universidade Sénior de Almada ofereceram aos clientes dos Transportes de Lisboa folhetos contendo poemas, numa ação que contribui para a promoção deste género literário, com um convite à leitura de autores de língua portuguesa.
Através desta acção, organizada pela 8 Séculos da Língua Portuguesa-Associação, a Transportes de Lisboa, a Leya, a Fundação Portugal-África e a Conexão Lusófona, os clientes da Transportes Públicos de Lisboa terão a oportunidade de viajar com a poesia em língua portuguesa, que glosando Fernando Pessoa, «é o som presente d’esse mar futuro».
Fotografia dos pendurantes/teimosos: Paula Alexandra Almeida
Celebrou-se no dia 5 de maio o Dia da Língua Portuguesa e da Cultura na CPLP
POESIA nos Transportes de Lisboa.No âmbito das Comemorações dos 8 Séculos da Língua Portuguesa, a 8 Séculos de Língua Portuguesa-Associação, os Transportes de Lisboa, a Leya, a Fundação Portugal-África e a Conexão Lusófona assinalaram, no dia 5 de maio, o Dia da Língua Portuguesa e da Cultura na CPLP (Comunidade de Países de Língua Portuguesa), com uma ação de promoção da Poesia escrita em língua portuguesa.
No dia 5 de maio, foi afixada, nos veículos da CARRIS, poesia de autores de língua portuguesa. Voluntários da 8 Séculos da Língua Portuguesa-Associação e da Usalma-Universidade Sénior de Almada ofereceram aos clientes dos Transportes de Lisboa folhetos contendo poemas, numa ação que contribui para a promoção deste género literário, com um convite à leitura de autores de língua portuguesa.
Através desta acção, organizada pela 8 Séculos da Língua Portuguesa-Associação, a Transportes de Lisboa, a Leya, a Fundação Portugal-África e a Conexão Lusófona, os clientes da Transportes Públicos de Lisboa terão a oportunidade de viajar com a poesia em língua portuguesa, que glosando Fernando Pessoa, «é o som presente d’esse mar futuro».
Fotografia dos pendurantes/teimosos: Paula Alexandra Almeida
Rádio Comercial - D.A.M.A e Vasco Palmeirim - 'Às Vezes'
D.A.M.A E VASCO PALMEIRIM - "ÀS VEZES" - Uma reflexão sobre a língua portuguesa
Para celebrar o Dia Internacional da Língua Portuguesa, Vasco Palmeirim convidou os D.A.M.A para se juntarem a ele numa nova versão de Às Vezes. Passou a ser Às Vezes (Escuto e Observo Erros de Português). Juntos, somos os Cavaleiros do Priberam.
Muito interessante!
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