18 de dezembro de 2014

15|dezembro|2014- Expedição Língua de Sal- Comemorações dos 8 Séculos da Língua Portuguesa

 O Jolie Brise, comandado pelo Capitão José Viegas, chegou ao Recife, unindo as pontas da nossa língua comum, (Portugal (Lagos), Cabo Verde e Brasil (Recife), esta língua de sal, com sabor a mar, de que nos dá notícia Namibiano Ferreira neste poema singular que transcrevemos:

«A minha Língua é uma maresia infinda. Quando abro a boca voam aves d’imenso
azul e ouvem-se calemas bravas,
brisas, poemas, kiandas
e ondas baixinhas a bordar marés
na orla imensa d’oceanos e continentes...»

Felicitamos o Capitão José Viegas e a filha, Susana Viegas, por divulgarem as Comemorações dos 8 Séculos da Língua Portuguesa, em que se celebram oito séculos de escrita desta língua de onde se vê o mar.

As nossas calorosas saudações à Embaixada de Portugal em Cabo Verde e à Academia Caboverdiana de Letras pela conferência que nos proporcionaram, em que participou o Capitão José Viegas, no contexto da iniciativa «Língua de Sal», um encontro de almas em língua portuguesa a «bordar marés na orla imensa d'oceanos e continentes»!











5 de dezembro de 2014

11|dezembro|18h00-Casa Fernando Pessoa-3ª Tertúlia poética -«Poetas de Mar e Mundo» - Poesia de Cabo-Verde

CONVITE

11|dezembro|18h00
Casa Fernando Pessoa

Esta tertúlia, que é a terceira do ciclo de Poesia em Língua Portuguesa intitulado «Poetas de Mar e Mundo», tem como convidada de honra a pedagoga e cantora Celina Pereira.

A sessão iniciar-se-á com uma breve preleção do Professor Doutor Alberto de Carvalho intitulada «Historial da Literatura Caboverdiana».

Depois dar-se-á lugar à declamação e, no final, haverá espaço para a participação do público.


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CELINA PEREIRA



Cantora e pedagoga cabo-verdiana, nascida na Boavista.

Licenciada em Educação Infantil, escritora de livros infantis, autora de três áudio-livros multilingues, com destaque, entre outras publicações, para «Estória, estória...do Tambor a Blimunda».

Comendadora da Ordem do Mérito da República Portuguesa e Medalha do Vulcão de 1º grau pela Presidência da República de Cabo Verde. Foi condecorada, em 2003, em Portugal, com a medalha de mérito - grau Comendadora - pelo Presidente português, Jorge Sampaio, pelo seu trabalho na área da educação e da cultura cabo-verdiana.

Coordenadora artística dos Contos Tradicionais da Comunidade de Países de Língua Portuguesa (CPLP-2014).

Presidente da Assembleia Sphaera Mundi - Associação Internacional de Cooperação para o Desenvolvimento.

Prémio Amílcar Cabral Nápoles /Itália (2007) e Prémio Carreira Cabo Verde Music Awards (CVMW-2014).

 O seu primeiro single foi editado em 1979. Em 1986, é editado o seu primeiro disco, "Força di Cretcheu" (Força do Meu Amor), com arranjos e direção musical de Paulino Vieira, que inclui histórias e cantigas de roda, brincadeira, casamento e trabalho.

Em 1990, lançou o LP "Estória, Estória... No Arquipélago das Maravilhas" que contou com a colaboração de Paulino Vieira. Iniciou um trabalho de contadora de estórias em 1991, nos Estados Unidos.

"Estória, Estória..." foi reeditado em CD e em formato audiolivro (livro/cassete) tendo vários prémios internacionais.

"Estória, Estória... do Tambor a Blimundo" é um áudio-livro que pretende recuperar o património expressivo das histórias e jogos de roda tradicionais africanos. As ilustrações são da autoria da italiana Cláudia Melotti e os textos são da autoria de Celina Pereira bem como a adaptação de dois contos africanos, que tem uma nova edição, mais universal e multilíngue, com versões em português, crioulo, inglês e francês. As ilustrações são do pintor moçambicano Roberto Chichorro.

Edita pela editora francesa Melódie, em 1993, o álbum "Nós Tradição". Participa na compilação "Pensa nisto!...".

No disco "Harpejos e Gorjeios", editado em 1998, canta em crioulo e português. Contou com a direção musical de Zé Afonso. Interpreta a morna "Bejo de Sodade", da autoria de B. Leza, com o fadista Carlos Zel.

Colabora com Martinho da Vila no tema "Nutridinha (nutridinha do sal)" do disco "Lusofonia" de 2000.

Tem em preparação a edição de um conto baseado na história da ilha da Boa Vista (Cabo Verde).

Desde sempre preocupada com as questões da preservação da memória coletiva e, consequentemente, da própria identidade do povo cabo-verdiano, Celina Pereira vem cumprindo, desde o seu primeiro LP "Força di Crêtcheu", a aventura de tentar recuperar a riqueza e diversidade da cultura musical do povo cabo-verdiano.

Com pesquisas e recolhas efetuadas em Cabo Verde e na diáspora cabo-verdiana espalhada pelo mundo, Celina Pereira tem recuperado mazurcas, cantigas de casamento e mornas, cantigas de roda, lunduns, choros, lenga-lengas e toadas rurais e possibilitado a salvaguarda destes temas.

Celina Pereira tem ainda desenvolvido actividade permanente em diversas áreas da comunicação, nomeadamente como jornalista de rádio e contadora de estórias, atividade iniciada em liceus e escolas de Boston, Massachussets, USA, desde 1990.


Com uma imagem marcante, olhos verdes e olhar penetrante, Celina diz que é uma mulher exigente e orgulhosa. Inteligente e culta, é com grande empenho e dedicação que abraça os seus projetos e com muita garra que luta por eles. O céu é o seu único limite e a rosa amarela a sua flor preferida.


Organização: 8 Séculos de Língua Portuguesa-Associação

6|dez-15h-Convento dos Capuchos-Almada | Concerto Tertúlia "O Amor como Caminho: Entre Vozes" | Festival 2014| 6 Continentes

A 8 Séculos de Língua Portuguesa-Associação associa-se ao Festival 6 Continentes, em parceria com a Câmara Municipal de Almada, o Centro de Formação de Escolas do Concelho de Almada - AlmadaForma, a Escola Secundária Fernão Mendes Pinto e a Associação Sphaera Mundi, e convida para o Concerto Tertúlia "O Amor como Caminho: Entre Vozes", inserida no Ciclo de Conferências "A Língua em viagem-Celebrar 8 Séculos da Língua Portuguesa e 400 anos da Peregrinação de Fernão Mendes Pinto", no âmbito das Comemorações dos 8 Séculos da Língua Portuguesa, a ter lugar no Convento dos Capuchos, no dia 6 de dezembro de 2014 das 15:00h às 18:00h.

6|dez-15h00-Homenagem ao Alentejo e ao Cante Alentejano-Cabeço de Vide- Festival da Cultura Lusófona

Cabeço de Vide- Igreja do Espírito Santo
6 de dezembro de 2014 (sábado) -15h00
   
HOMENAGEM 
AO ALENTEJO 
E AO CANTE ALENTEJANO
CABEÇO DE VIDE 
NO MUNDO DA LUSOFONIA

Integrado no 
Festival da 
Cultura Lusófona
e nas
Comemorações dos 
8 Séculos da Língua Portuguesa
                                          
 Violino: 
Tamara Torres*
Guitarra: 
Leandro Gonçalves*
*Conservatório de Portalegre

Grupo “Cantare 
e Sonare” 
de Castelo 
de Vide

Conceção, apresentação 
e poesia: José Manuel Madeira Calado


ENTRADA LIVRE

Organização: 8 Séculos da Língua Portuguesa-Associação 
                        Festival da Cultura Lusófona 

BRASIL - Homenagem aos oito séculos da Língua Portuguesa-Faculdade de Direito-Universidade Federal do Amazonas

«Professores, profissionais de diversas áreas que utilizam a língua para a comunicação e o trabalho, além de estudantes, prestigiaram, na noite do último dia 30, no auditório da Faculdade de Direito (FD), uma homenagem aos oito séculos da Língua Portuguesa.
Sob a coordenação do professor Ribamar Mitoso, que também é escritor e dramaturgo, o seminário abordou a história, dinamismo e a adaptação de nossa língua a situações distintas. Essa língua hoje é falada, além do Portugal e de Brasil, nestes países: Angola, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, São Tomé e Príncipe e Timor-Leste. “Trata-se do primeiro idioma globalizado da História, pois está presente em todos os continentes”, ressaltou Mitoso. O professor disse ainda que no início esse foi um idioma de guerra, de resistência; depois, tornou-se um meio para disseminar a política imperialista e expansionista de Portugal.
O nascimento da Língua Portuguesa é no ano de 1.214, quando foi escrito o testamento do Rei Dom Afonso II, de Portugal. O documento é a produção textual política mais antiga escrita nessa língua. Por outro lado, o Cancioneiro da Ajuda, composto por cantigas medievais galego-portuguesas, é o documento literário que inaugura a criação em Língua Portuguesa, com as canções de amor, de amigo, de escárnio e maldizer. Estudantes universitários, dentre os quais Pedro Silva, do primeiro período do curso de Direito, declamaram cantigas aos convidados.
O vice-diretor da FD, professor Carlos Alberto Filho, que também é procurador do Estado, iniciou sua fala evidenciando a importância da palavra para o trabalho do operador de Direito. “A palavra ‘livro’, por exemplo, poderia, hoje, ser utilizada em várias acepções. No artigo 150 da Constituição Federal está escrito que livros não pagam impostos, mas de que livro se está falando? E o e-book?”, questionou. Já o professor Mitoso falou do uso da palavra ‘sequestro’, interpretada de diferentes modos, conforme o ramo: “Direito Civil, Penal ou Ambiental, por exemplo, quando se fala em sequestro de carbono”.
A professora Marina Araújo deu sugestões aos futuros profissionais dessa área: “Escrevam, usem caneta e papel e escrevam sempre, pois esse é o diferencial hoje em dia, quando todos apenas digitam; e não pensam mais no que escrevem”. Outra convidada foi a presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Empresas de Telecomunicações do Amazonas (Sintell/AM), socióloga Lacy Rocha. Ela ressaltou o objetivo primordial da comunicação que se dá através da Língua Portuguesa: fazer que o outro compreenda. “A língua deve ser moldada de conforme os objetivos que quem fala e de acordo com o público para o qual se fala, pois a beleza da Língua Portuguesa está na diversidade de formas e significados”, finalizou.

LATITUDE-Julho a setembro -2014- Comemorações dos 8 Séculos da Língua Portuguesa


A LATITUDE, notícias da DSEEPE -Direção de Serviços de Ensino e das Escolas Portuguesas no Estrangeiro relata-nos o modo como as escolas portuguesas no estrangeiro se   associaram às Comemoração dos 8 Séculos da Língua
Portuguesa  e que atividades têm vindo a desenvolver.

A 8 Séculos de Língua Portuguesa-Associação , entidade promotora das Comemorações dos 8 Séculos da Língua Portuguesa, saúda as entidades envolvidas na promoção e divulgação da língua portuguesa, esta língua de múltiplos sotaques, mar e mundo!

                                 Consultar: LATITUDE|e-newsletter 
                                                  Edição Número 3 / julho / setembro 2014