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26 de maio de 2015

26-maio|15 horas-Poesia em língua portuguesa-Poetas de Mar e Mundo- Comemorações dos 8 Séculos de Língua Portuguesa-Porto

A 8 Séculos de Língua Portuguesa-Associação organiza, hoje, pelas 15 horas, no Porto, em parceria com a World of Discoveries,  uma sessão de poesia em língua portuguesa integrada na temática Poetas de Mar e Mundo, no âmbito das Comemorações dos 8 Séculos de Língua Portuguesa e dos 400 anos da publicação da Peregrinação de Fernão Mendes Pinto.

A ação envolve alunos de três turmas do 8º e 9º anos de escolaridade de escolas de Miragaia. 

Será também projectado um filme com excertos de banda desenhada da Peregrinação de José Ruy e música de Fausto, do álbum Por este Rio acima

13 de maio de 2015

14|maio |18h00 - CONVITE-Tertúlia poética dedicada a Portugal- Poetas de Mar e Mundo- Casa Fernando Pessoa


A 8 Séculos de Língua Portuguesa-Associação convida para a próxima tertúlia poética dedicada à poesia portuguesa, no dia 14 de maio, 5ª feira, às 18 horas, na Casa Fernando Pessoa, no âmbito das Comemorações dos 8 Séculos da Língua Portuguesa.
Teremos o privilégio da participação Professor Doutor Carlos Carranca, professor do ensino superior, poeta, ensaísta, declamador, cantor e animador cultural, com vários livros publicados,  acompanhado dos seus amigos Teotónio Xavier (guitarra de Coimbra ) e António Toscano (viola).
 É Carlos Carranca que no seu poema O Poeta e a Vida, nos revela que «Contra a angústia/ a solidão e o medo/ ergo/ os versos/ e não cedo.// Quebro-os/– lança imaginária –/na página da Vida./ E é por ela/ que os escrevo.»,.os 
Carlos Carranca fará uma breve preleção sobre a literatura portuguesa. Seguidamente, daremos lugar à declamação de poesia e, no final, abriremos a sessão à participação do público.
Esta tertúlia insere-se no ciclo intitulado «Poetas de Mar e Mundo», que tem por objetivo promover e divulgar a poesia dos países de língua oficial portuguesa, dando a conhecer, através dela, as diversas culturas, aproximando os povos que usufruem de uma riqueza cultural em comum – a Língua Portuguesa.
Escolhemos para este ciclo de tertúlias a Casa Fernando Pessoa pela simbólica que encerra, pelo facto de o “Mar” estar presente na poesia pessoana, por este ano se assinalarem os 80 anos sobre o falecimento de Fernando Pessoa e os 100 anos do heterónimo de Alberto Caeiro, por prestigiar as literaturas dos países de língua portuguesa e, acima de tudo, por ser prestigiada por elas.
Nas tertúlias anteriores, a 8 Séculos de Língua Portuguesa-Associação convidou diversos declamadores a apresentarem a poesia dos seus países: Jorge Pessoa (Angola), Lauro Moreira (Brasil), Celina Pereira (Cabo-Verde), Emílio Tavares Lima (Guiné-Bissau) Elsa de Noronha (Moçambique), José Amaral (Timor-Leste) e Olinda Beja (São Tomé e Príncipe). Fizeram uma retrospetiva sobre o contexto literário no Brasil, em Cabo Verde, na Guiné-Bissau, em Moçambique e em Timor-Leste, o Embaixador Lauro Moreira, o Professor Doutor Alberto de Carvalho, o Doutor Ernesto Dabó, o Dr. Emílio Tavares Lima, a Drª Giulia Spinuzza, o Professor Luís Costa e a Professora Doutora Olinda Beja, respetivamente.
A tertúlia dedicada a Portugal, no dia 14 de maio, 5ª feira, encerra este ciclo de promoção e divulgação da poesia dos países da CPLP.
Na expectativa de nos conceder a honra da sua presença, queira aceitar os nossos melhores cumprimentos,
Maria José Maya
Presidente da Direção
8 Séculos de Língua Portuguesa-Associação

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Sobre Carlos Carranca
Carlos Alberto Carranca de Oliveira e Sousa, mais conhecido como Carlos Carranca, professor do ensino superior, poeta, ensaísta, declamador, cantor e animador cultural, nasceu na Figueira da Foz, com fortes laços de ligação à Lousã. Licenciado em História, é professor auxiliar convidado da Universidade Lusófona, docente da Escola Superior de Educação Almeida Garrett e da Escola Profissional de Teatro de Cascais.
Foi Presidente da Direcção da Sociedade de Língua Portuguesa, de 1998 a 2001; fundador e membro da direcção do Círculo Cultural Miguel Torga; professor no Instituto Superior de Humanidades e Tecnologias; sócio fundador da Sociedade Africanóloga de Língua Portuguesa; sócio fundador do Círculo Cultural Miguel Torga; sócio da Associação Portuguesa de Escritores; director adjunto do jornal Artes e Letras e consultor cultural da Associação dos Antigos Estudantes de Coimbra em Lisboa, assumindo-se, ainda, como apoiante indefectível da Académica. Entre as instituições com as quais colabora regularmente, podemos citar o Museu da República e Resistência e a Associação 25 de Abril.
Na Universidade Lusófona levou a cabo uma intensa actividade e marcante acção cultural: director do Gabinete de Acção Cultural; fundador e director-adjunto da Biblioteca Geral (com o director, Professor Vítor de Sá); fundador e presidente do Conselho Fiscal das Edições Universitárias Lusófonas; secretário do Centro de Estudos de História Contemporânea; fundador do Centro de Iniciação Teatral, juntamente com Carlos Avilez e João Vasco; fundador e coordenador da colecção científico-literária Meia Hora de Leitura, em parceria com Vítor de Sá – no âmbito das actividades da Biblioteca.
Também nas escolas do concelho de Cascais, onde exerceu docência, o seu papel como divulgador da poesia portuguesa e animador cultural se destacou. Na Escola Secundária Ibn Mucana, entre outras coisas, dirigiu as actividades culturais da biblioteca e criou a revista Oxalá. Na Escola Secundária de Alvide organizou o Movimento Juvenil, a nível nacional, de apoio à candidatura de Miguel Torga ao Prémio Nobel (com recolha de assinaturas entregues em Estocolmo).
Durante os anos 1994-99 foi responsável pela Noite das Artes – espectáculo de encerramento das Jornadas de Educação e Cultura do Concelho de Cascais, onde poetas como Miguel Torga, António Gedeão, Manuel Alegre, Luís Goes, Helena Cidade Moura, Fernando Silvan e Sophia de Mello Breyner foram homenageados.
Estudioso das tradições populares e académicas de Coimbra, é como poeta que se torna conhecido em dois livros profundamente ligados à temática da cidade do Mondego:Serenata Nuclear e Sete Poemas para Carlos Paredes. É, no entanto, como divulgador da poesia portuguesa, como poeta e ensaísta – torguiano convicto (responsável pela homenagem nacional a Miguel Torga e coordenador da homenagem que lhe foi prestada no concelho de Cascais) – e como animador cultural, que o seu trabalho ganha ainda mais importância, destacando-se Poesia para Todos, três anos consecutivos em palco, no auditório do Instituto Português da Juventude (Parque das Nações), de 1999 a 2002, com uma apresentação de sucesso no Cine Teatro da Lousã.
É, também, no Cine Teatro da Lousã que lança uma das suas obras poéticas, Lousã em Menino. A este propósito deve-se referir a prontidão que sempre tem demonstrado para colaborar com a autarquia e o carinho com que as gentes da Lousã têm recebido aquele que consideram um dos seus.
Das várias obras publicadas, destaca-se o livro Torga, o Bicho Religioso, nascido da relação pedagógica de Carlos Carranca com os seus alunos da Escola Profissional de Teatro de Cascais, a quem foi dedicado, tendo sido objecto de apresentação pública em muitos municípios.
rose; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"> Em 7 de Junho de 2002, recebeu a Medalha de Mérito Cultural do Município de Cascais.
Obras publicadas:
Poesia – Imagem, Lisboa, 1981; À procura do amor perdido, Lisboa, 1982; Ressureição, Coimbra, 1992; 7 Poemas para Carlos Paredes, Lisboa, 1994, 2ª ed. 1994, 3ª ed. rev. aum. 1996; 4ª ed. revista e aumentada, 1998; Serenata Nuclear, Coimbra, 1994; Pedras suspensas, Lisboa, 1996; O espírito da raiz, Lisboa, 1997; Homo viator (in Espírito da raiz), Lisboa, 1997; Lousã em Menino, Lisboa, 1998; Neste lugar sem portas, Lisboa, 2002.
Ensaio – Torga, o português do mundo, Coimbra, 1988; Miguel Torga e a África portuguesa, Lisboa, 1995; O Fantasma de Pascoaes, Lisboa, 1996, 2ª ed. ver. aum., 1997;Torga – o bicho religioso, Lisboa, 2000, 2ª ed. rev. aum., 2000; A Nostalgia de Deus ou a palavra perdida em Miguel Torga, Lisboa, 2001; O sentimento religioso em Torga e em Unamuno, Lisboa, 2002.
Outras publicações – O coração ao pé da boca, Lisboa, 2001.
Org. Antologias Poéticas – O Poema, Lisboa, 1998; O Poema 2, 1999; O Poema 3, 2000; O Poema 4, 2001; 25 Poemas de Abril, Lisboa, 1999; 25 Poemas no feminino, Lisboa, 2001; Poemas 25, Lisboa, 2001.

12 de março de 2015

12|março|18 horas-Tertúlia poética dedicada a Timor-Leste- Casa Fernando Pessoa-Comemorações dos 8 Séculos da Língua Portuguesa

É hoje! 
Venha celebrar o centenário do nascimento de Ruy Cinnati na Casa Fernando Pessoa! 

12|março
Quinta feira | 18 horas
Tertúlia poética dedicada a Timor-Leste

A 8 Séculos de Língua Portuguesa-Associação realiza a tertúlia poética dedicada à poesia de Timor-Leste, hoje,  dia 12 de março, às 18 horas, na Casa Fernando Pessoa, no âmbito das Comemorações dos 8 Séculos da Língua Portuguesa. 

Esta tertúlia foi organizada em articulação com os Serviços Consulares e Culturais da Embaixada da República Democrática de Timor-Leste, um privilégio para esta Associação e para a Casa Fernando Pessoa.
Teremos o privilégio da participação do Dr. Luís Costa, linguista timorense, professor, conhecedor da cultura timorense e, José Amaral, ator, contador de histórias, declamador de poesia e cantoautor timorense, Responsável Cultural e Consular da Embaixada de Timor-Leste que farão um enquadramento do historial da literatura leste-timorense. 
Depois de uma breve preleção sobre a literatura leste-timorense, dar-se-á lugar à declamação de poesia e, no final, a sessão será aberta à participação do público.
Esta tertúlia insere-se no ciclo intitulado «Poetas de Mar e Mundo», que tem por objetivo promover e divulgar a poesia dos países de língua oficial portuguesa, dando a conhecer, através dela, as diversas culturas e aproximando os povos que partilham a mesma língua.
Assinalamos, nesta tertúlia, o centenário do nascimento de Ruy Cinatti, que nos recorda que «tudo flui como num rio outro e todos os rios cessam no mar (…)/ É no mar de móveis horizontes que nos juntaremos a sós com os elementos água, céu e fogo».
Escolhemos para este ciclo de tertúlias a Casa Fernando Pessoa pela simbólica que encerra, pelo facto de o “Mar” estar presente na poesia pessoana, por este ano se assinalarem os 100 anos dos heterónimos pessoanos, por prestigiar as literaturas dos países de língua portuguesa e, acima de tudo, por ser prestigiada por elas.

Contamos com a sua presença!

5 de março de 2015

12|março|18 horas-Tertúlia Poética dedicada a Timor-Leste | Casa Fernando Pessoa - Comemorações dos 8 Séculos da Língua Portuguesa

12|março
Quinta feira | 18 horas
Tertúlia poética dedicada a Timor-Leste
Casa Fernando Pessoa

A 8 Séculos de Língua Portuguesa-Associação realiza na próxima tertúlia poética dedicada à poesia de Timor-Leste, no dia 12 de março, 5ª feira, às 18 horas, na Casa Fernando Pessoa, no âmbito das Comemorações dos 8 Séculos da Língua Portuguesa. Esta tertúlia foi organizada em articulação com os Serviços Consulares e Culturais da Embaixada da República Democrática de Timor-Leste, um privilégio para esta Associação e para a Casa Fernando Pessoa.
Teremos o privilégio da participação do Dr. Luís Costa, linguista timorense, professor, conhecedor da cultura timorense e, José Amaral, ator, contador de histórias, declamador de poesia e cantoautor timorense, Responsável Cultural e Consular da Embaixada de Timor-Leste.
Depois de uma breve preleção sobre a literatura leste-timorense, dar-se-á lugar à declamação de poesia e, no final, a sessão será aberta à participação do público.
Esta tertúlia insere-se no ciclo intitulado «Poetas de Mar e Mundo», que tem por objetivo promover e divulgar a poesia dos países de língua oficial portuguesa, dando a conhecer, através dela, as diversas culturas e aproximando os povos que partilham a mesma língua.
Assinalamos, nesta tertúlia, o centenário do nascimento de Ruy Cinatti, que nos recorda que «tudo flui como num rio outro e todos os rios cessam no mar (…)/ É no mar de móveis horizontes que nos juntaremos a sós com os elementos água, céu e fogo».
Escolhemos para este ciclo de tertúlias a Casa Fernando Pessoa pela simbólica que encerra, pelo facto de o “Mar” estar presente na poesia pessoana, por este ano se assinalarem os 100 anos dos heterónimos pessoanos, por prestigiar as literaturas dos países de língua portuguesa e, acima de tudo, por ser prestigiada por elas.
Nas tertúlias anteriores, a 8 Séculos de Língua Portuguesa-Associação convidou diversos declamadores para nos apresentarem a poesia dos seus países: Jorge Pessoa (Angola), Lauro Moreira (Brasil), Celina Pereira (Cabo-Verde), Emílio Tavares Lima (Guiné-Bissau) e Elsa de Noronha (Moçambique). Fizeram uma retrospetiva sobre o contexto literário no Brasil, em Cabo Verde, na Guiné-Bissau e em Moçambique o Embaixador Lauro Moreira, o Professor Doutor Alberto de Carvalho, o Doutor Ernesto Dabó, o Dr. Emílio Tavares Lima e a Drª Giulia Spinuzza, respetivamente.
Seguir-se-ão as tertúlias dedicadas a São Tomé e Príncipe (28 de abril, 3ª feira) e a Portugal (14 de maio, 5ª feira).
Contamos com a sua presença!

4 de fevereiro de 2015

12|fevereiro| 18h -Tertúlia poética dedicada a Moçambique - Casa Fernando Pessoa-Comemorações dos 8 Séculos da Língua Portuguesa


Quenguelequêze!” Sauda-nos,em júbilo e espanto, Rui de Noronha!

A 8 Séculos de Língua Portuguesa-Associação tem a honra de convidar para a próxima tertúlia poética dedicada à poesia de Moçambique, no dia 12 de fevereiro, 5ª feira, às 18 horas, na Casa Fernando Pessoa, no âmbito das Comemorações dos 8 Séculos da Língua Portuguesa. 

 Teremos o privilégio da participação da Drª Elsa de Noronha, poeta do dizer, e da Professora Doutora Ana Mafalda Leite que irá fazer uma preleção sobre o historial da literatura moçambicana. Depois, dar-se-á lugar à declamação de poesia e, no final, a sessão será aberta à participação do público. Esta tertúlia é a quinta do ciclo de Poesia em Língua Portuguesa intitulado «Poetas de Mar e Mundo». 

Este ciclo de tertúlias poéticas em língua portuguesa intitula-se genericamente "Poetas de Mar e Mundo", pelo facto de o Mar interpelar todos os povos de língua oficial portuguesa, uma língua que dialoga com outras línguas nacionais, de onde vislumbramos a “Ilha de Próspero”, a Muipiti de Rui Knopfli, com os “caminhos sempre abertos para o mar”. Escolhemos a Casa Fernando Pessoa pela simbólica que encerra, pelo facto de o “Mar” estar presente na poesia pessoana, por prestigiar as literaturas dos países de língua portuguesa e, acima de tudo, por ser prestigiada por elas.

Elsa de Noronha, filha de Rui de Noronha, poeta  e contista, o precursor mais jovem da moderna poesia moçambicana irá, decerto, trazer-nos a lua nova, a boa nova de seu pai, anunciando Quenguelequêze!”(1)

(1) Quenguelequêze!”- Do nascimento à queda do cordão umbilical, entre os barongas, em Moçambique, deve observar-se um período de reclusão, em que o pai não pode entrar na palhota sob pretexto algum e ao amante da mãe de uma criança ilegítima é vedado  passar nesse período defronte da palhota, sob pena de a criança morrer. O período de reclusão, entre algumas famílias de barongas, é levado até ao aparecimento da primeira lua nova, dia de grande regozijo e em que a criança, depois de uma cerimónia especial denominada “iandlba”, aparece publicamente na aldeia, livre do que consideram "a poluição" da mãe. (Informação obtida via Zócalo Poets).