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28 de maio de 2015

28|maio|17h00-21h00-V Festival da Flor na Poesia - 28 de maio-Elsa de Noronha-Amadora

DIVULGAÇÃO

V Festival da Flor na Poesia - 28 de maio

Biblioteca Municipal Fernando Piteira Santos-Amadora
28 de maio, entre as 17h e as 20h

Publicado em 27 maio 2015 pela Câmara Municipal da Amadora
No próximo dia 28 de maio (quinta-feira), entre as 17h e as 20h, terá lugar no auditório da Biblioteca Municipal Fernando Piteira Santos, o V Festival da Flor na Poesia, evento organizado pelo E.R.N.- A – Espaço Rui de Noronha – Associação.

V Festival da Flor na Poesia - 28 de maioElsa Noronha será a anfitriã desta sessão poética, onde não irá faltar declamação de poesia relacionada com a celebração de três efemérides comemoradas em maio: Mês das Flores, Dia da Língua Portuguesa e da Cultura nos Países Lusófonos (5 de maio), e o Dia de África (25 de maio).

"A Criança, o papel, o lápis e a Flor", de Almada Negreiros, "O Horizonte" e "O Encoberto", de Fernando Pessoa,"Buganvilia", de António Gedeão, "Vamos colher Flores", de Miguel Torga, "É inútil chorar", de António Cardoso, e "A Pátria é o idioma", de Olavo Bilac, são apenas alguns dos poemas escolhidos para este encontro que permitirá a intervenção do público presente.

Entrada gratuita, limitada à lotação do auditório.

Biblioteca Municipal Fernando Piteira Santos
Av. Conde Castro Guimarães – Venteira
Telefone: 21 4 369 054
Fax: 214 948 777
E-mail: bibliotecas@cm-amadora.pt
www.cm-amadora.pt/bibliotecas
Horário da Biblioteca:
2.ª feira e sábado: das 10.00h às 18.00h, das 20.00h às 24.00h
3.ª a 6.ª feira: das 10.00h às 19.00h, das 20.00h às 24.00h

9 de fevereiro de 2015

12|fevereiro| 18h -Tertúlia poética dedicada a Moçambique - Casa Fernando Pessoa-Comemorações dos 8 Séculos da Língua Portuguesa

12 de fevereiro, 
5ª feira |18 horas | Casa Fernando Pessoa

Quenguelequêze!… Quenguelequêze!…
Quenguelequêêêzeee
Quenguelequêêêzeee

Sauda-nos,em júbilo e espanto, Rui de Noronha!

No âmbito das Comemorações dos 8 Séculos da Língua Portuguesa, a 8 Séculos de Língua Portuguesa-Associação tem a honra de convidar para a tertúlia poética dedicada à poesia de Moçambique.

 Teremos o privilégio da participação da Drª Elsa de Noronha, poeta do dizer, e da Professora Doutora Ana Mafalda Leite que irá fazer uma preleção sobre o historial da literatura moçambicana. Depois, dar-se-á lugar à declamação de poesia e, no final, a sessão será aberta à participação do público. Esta tertúlia é a quinta do ciclo de Poesia em Língua Portuguesa intitulado «Poetas de Mar e Mundo». 

Este ciclo de tertúlias poéticas em língua portuguesa intitula-se genericamente "Poetas de Mar e Mundo", pelo facto de o Mar interpelar todos os povos de língua oficial portuguesa, uma língua que dialoga com outras línguas nacionais, de onde vislumbramos a “Ilha de Próspero”, a Muipiti de Rui Knopfli, com os “caminhos sempre abertos para o mar”. Escolhemos a Casa Fernando Pessoa pela simbólica que encerra, pelo facto de o “Mar” estar presente na poesia pessoana, por prestigiar as literaturas dos países de língua portuguesa e, acima de tudo, por ser prestigiada por elas.

Elsa de Noronha, filha de Rui de Noronha, poeta  e contista, o precursor mais jovem da moderna poesia moçambicana irá, decerto, trazer-nos a lua nova, a boa nova de seu pai, anunciando Quenguelequêze!”(1)

(1) Quenguelequêze!”- Do nascimento à queda do cordão umbilical, entre os barongas, em Moçambique, deve observar-se um período de reclusão, em que o pai não pode entrar na palhota sob pretexto algum e ao amante da mãe de uma criança ilegítima é vedado  passar nesse período defronte da palhota, sob pena de a criança morrer. O período de reclusão, entre algumas famílias de barongas, é levado até ao aparecimento da primeira lua nova, dia de grande regozijo e em que a criança, depois de uma cerimónia especial denominada “iandlba”, aparece publicamente na aldeia, livre do que consideram "a poluição" da mãe. (Informação obtida via Zócalo Poets).