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13 de maio de 2015

14|maio |18h00 - CONVITE-Tertúlia poética dedicada a Portugal- Poetas de Mar e Mundo- Casa Fernando Pessoa


A 8 Séculos de Língua Portuguesa-Associação convida para a próxima tertúlia poética dedicada à poesia portuguesa, no dia 14 de maio, 5ª feira, às 18 horas, na Casa Fernando Pessoa, no âmbito das Comemorações dos 8 Séculos da Língua Portuguesa.
Teremos o privilégio da participação Professor Doutor Carlos Carranca, professor do ensino superior, poeta, ensaísta, declamador, cantor e animador cultural, com vários livros publicados,  acompanhado dos seus amigos Teotónio Xavier (guitarra de Coimbra ) e António Toscano (viola).
 É Carlos Carranca que no seu poema O Poeta e a Vida, nos revela que «Contra a angústia/ a solidão e o medo/ ergo/ os versos/ e não cedo.// Quebro-os/– lança imaginária –/na página da Vida./ E é por ela/ que os escrevo.»,.os 
Carlos Carranca fará uma breve preleção sobre a literatura portuguesa. Seguidamente, daremos lugar à declamação de poesia e, no final, abriremos a sessão à participação do público.
Esta tertúlia insere-se no ciclo intitulado «Poetas de Mar e Mundo», que tem por objetivo promover e divulgar a poesia dos países de língua oficial portuguesa, dando a conhecer, através dela, as diversas culturas, aproximando os povos que usufruem de uma riqueza cultural em comum – a Língua Portuguesa.
Escolhemos para este ciclo de tertúlias a Casa Fernando Pessoa pela simbólica que encerra, pelo facto de o “Mar” estar presente na poesia pessoana, por este ano se assinalarem os 80 anos sobre o falecimento de Fernando Pessoa e os 100 anos do heterónimo de Alberto Caeiro, por prestigiar as literaturas dos países de língua portuguesa e, acima de tudo, por ser prestigiada por elas.
Nas tertúlias anteriores, a 8 Séculos de Língua Portuguesa-Associação convidou diversos declamadores a apresentarem a poesia dos seus países: Jorge Pessoa (Angola), Lauro Moreira (Brasil), Celina Pereira (Cabo-Verde), Emílio Tavares Lima (Guiné-Bissau) Elsa de Noronha (Moçambique), José Amaral (Timor-Leste) e Olinda Beja (São Tomé e Príncipe). Fizeram uma retrospetiva sobre o contexto literário no Brasil, em Cabo Verde, na Guiné-Bissau, em Moçambique e em Timor-Leste, o Embaixador Lauro Moreira, o Professor Doutor Alberto de Carvalho, o Doutor Ernesto Dabó, o Dr. Emílio Tavares Lima, a Drª Giulia Spinuzza, o Professor Luís Costa e a Professora Doutora Olinda Beja, respetivamente.
A tertúlia dedicada a Portugal, no dia 14 de maio, 5ª feira, encerra este ciclo de promoção e divulgação da poesia dos países da CPLP.
Na expectativa de nos conceder a honra da sua presença, queira aceitar os nossos melhores cumprimentos,
Maria José Maya
Presidente da Direção
8 Séculos de Língua Portuguesa-Associação

******************************************************************
Sobre Carlos Carranca
Carlos Alberto Carranca de Oliveira e Sousa, mais conhecido como Carlos Carranca, professor do ensino superior, poeta, ensaísta, declamador, cantor e animador cultural, nasceu na Figueira da Foz, com fortes laços de ligação à Lousã. Licenciado em História, é professor auxiliar convidado da Universidade Lusófona, docente da Escola Superior de Educação Almeida Garrett e da Escola Profissional de Teatro de Cascais.
Foi Presidente da Direcção da Sociedade de Língua Portuguesa, de 1998 a 2001; fundador e membro da direcção do Círculo Cultural Miguel Torga; professor no Instituto Superior de Humanidades e Tecnologias; sócio fundador da Sociedade Africanóloga de Língua Portuguesa; sócio fundador do Círculo Cultural Miguel Torga; sócio da Associação Portuguesa de Escritores; director adjunto do jornal Artes e Letras e consultor cultural da Associação dos Antigos Estudantes de Coimbra em Lisboa, assumindo-se, ainda, como apoiante indefectível da Académica. Entre as instituições com as quais colabora regularmente, podemos citar o Museu da República e Resistência e a Associação 25 de Abril.
Na Universidade Lusófona levou a cabo uma intensa actividade e marcante acção cultural: director do Gabinete de Acção Cultural; fundador e director-adjunto da Biblioteca Geral (com o director, Professor Vítor de Sá); fundador e presidente do Conselho Fiscal das Edições Universitárias Lusófonas; secretário do Centro de Estudos de História Contemporânea; fundador do Centro de Iniciação Teatral, juntamente com Carlos Avilez e João Vasco; fundador e coordenador da colecção científico-literária Meia Hora de Leitura, em parceria com Vítor de Sá – no âmbito das actividades da Biblioteca.
Também nas escolas do concelho de Cascais, onde exerceu docência, o seu papel como divulgador da poesia portuguesa e animador cultural se destacou. Na Escola Secundária Ibn Mucana, entre outras coisas, dirigiu as actividades culturais da biblioteca e criou a revista Oxalá. Na Escola Secundária de Alvide organizou o Movimento Juvenil, a nível nacional, de apoio à candidatura de Miguel Torga ao Prémio Nobel (com recolha de assinaturas entregues em Estocolmo).
Durante os anos 1994-99 foi responsável pela Noite das Artes – espectáculo de encerramento das Jornadas de Educação e Cultura do Concelho de Cascais, onde poetas como Miguel Torga, António Gedeão, Manuel Alegre, Luís Goes, Helena Cidade Moura, Fernando Silvan e Sophia de Mello Breyner foram homenageados.
Estudioso das tradições populares e académicas de Coimbra, é como poeta que se torna conhecido em dois livros profundamente ligados à temática da cidade do Mondego:Serenata Nuclear e Sete Poemas para Carlos Paredes. É, no entanto, como divulgador da poesia portuguesa, como poeta e ensaísta – torguiano convicto (responsável pela homenagem nacional a Miguel Torga e coordenador da homenagem que lhe foi prestada no concelho de Cascais) – e como animador cultural, que o seu trabalho ganha ainda mais importância, destacando-se Poesia para Todos, três anos consecutivos em palco, no auditório do Instituto Português da Juventude (Parque das Nações), de 1999 a 2002, com uma apresentação de sucesso no Cine Teatro da Lousã.
É, também, no Cine Teatro da Lousã que lança uma das suas obras poéticas, Lousã em Menino. A este propósito deve-se referir a prontidão que sempre tem demonstrado para colaborar com a autarquia e o carinho com que as gentes da Lousã têm recebido aquele que consideram um dos seus.
Das várias obras publicadas, destaca-se o livro Torga, o Bicho Religioso, nascido da relação pedagógica de Carlos Carranca com os seus alunos da Escola Profissional de Teatro de Cascais, a quem foi dedicado, tendo sido objecto de apresentação pública em muitos municípios.
rose; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"> Em 7 de Junho de 2002, recebeu a Medalha de Mérito Cultural do Município de Cascais.
Obras publicadas:
Poesia – Imagem, Lisboa, 1981; À procura do amor perdido, Lisboa, 1982; Ressureição, Coimbra, 1992; 7 Poemas para Carlos Paredes, Lisboa, 1994, 2ª ed. 1994, 3ª ed. rev. aum. 1996; 4ª ed. revista e aumentada, 1998; Serenata Nuclear, Coimbra, 1994; Pedras suspensas, Lisboa, 1996; O espírito da raiz, Lisboa, 1997; Homo viator (in Espírito da raiz), Lisboa, 1997; Lousã em Menino, Lisboa, 1998; Neste lugar sem portas, Lisboa, 2002.
Ensaio – Torga, o português do mundo, Coimbra, 1988; Miguel Torga e a África portuguesa, Lisboa, 1995; O Fantasma de Pascoaes, Lisboa, 1996, 2ª ed. ver. aum., 1997;Torga – o bicho religioso, Lisboa, 2000, 2ª ed. rev. aum., 2000; A Nostalgia de Deus ou a palavra perdida em Miguel Torga, Lisboa, 2001; O sentimento religioso em Torga e em Unamuno, Lisboa, 2002.
Outras publicações – O coração ao pé da boca, Lisboa, 2001.
Org. Antologias Poéticas – O Poema, Lisboa, 1998; O Poema 2, 1999; O Poema 3, 2000; O Poema 4, 2001; 25 Poemas de Abril, Lisboa, 1999; 25 Poemas no feminino, Lisboa, 2001; Poemas 25, Lisboa, 2001.

7 de maio de 2015

CONVITE- 14|maio |18h00 -Tertúlia poética dedicada a Portugal- Poetas de Mar e Mundo- Casa Fernando Pessoa

A 8 Séculos de Língua Portuguesa-Associação tem a honra de convidar V. Exa. para a próxima tertúlia poética dedicada à poesia portuguesa, no dia 14 de maio, 5ª feira, às 18 horas, na Casa Fernando Pessoa, no âmbito das Comemorações dos 8 Séculos da Língua Portuguesa.

Teremos o privilégio da participação Professor Doutor Carlos Carranca, professor do ensino superior, poeta, ensaísta, declamador, cantor e animador cultural, com vários livros publicados.

É Carlos Carranca que no seu poema O Poeta e a Vida, nos revela que «Contra a angústia/ a solidão e o medo/ ergo/ os versos/ e não cedo.// Quebro-os/– lança imaginária –/na página da Vida./ E é por ela/ que os escrevo

Carlos Carranca fará uma breve preleção sobre a literatura portuguesa. Seguidamente, daremos lugar à declamação de poesia e, no final, abriremos a sessão à participação do público.

Esta tertúlia insere-se no ciclo intitulado «Poetas de Mar e Mundo», que tem por objetivo promover e divulgar a poesia dos países de língua oficial portuguesa, dando a conhecer, através dela, as diversas culturas, aproximando os povos que usufruem de uma riqueza cultural em comum – a Língua Portuguesa.

Escolhemos para este ciclo de tertúlias a Casa Fernando Pessoa pela simbólica que encerra, pelo facto de o “Mar” estar presente na poesia pessoana, por este ano se assinalarem os 80 anos sobre o falecimento de Fernando Pessoa e os 100 anos do heterónimo de Alberto Caeiro, por prestigiar as literaturas dos países de língua portuguesa e, acima de tudo, por ser prestigiada por elas.

Nas tertúlias anteriores, a 8 Séculos de Língua Portuguesa-Associação convidou diversos declamadores a apresentarem a poesia dos seus países: Jorge Pessoa (Angola), Lauro Moreira (Brasil), Celina Pereira (Cabo-Verde), Emílio Tavares Lima (Guiné-Bissau) Elsa de Noronha (Moçambique), José Amaral (Timor-Leste) e Olinda Beja (São Tomé e Príncipe). Fizeram uma retrospetiva sobre o contexto literário no Brasil, em Cabo Verde, na Guiné-Bissau, em Moçambique e em Timor-Leste, o Embaixador Lauro Moreira, o Professor Doutor Alberto de Carvalho, o Doutor Ernesto Dabó, o Dr. Emílio Tavares Lima, a Drª Giulia Spinuzza, o Professor Luís Costa e a Professora Doutora Olinda Beja, respetivamente.

A tertúlia dedicada a Portugal, no dia 14 de maio, 5ª feira, encerra este ciclo de promoção e divulgação da poesia dos países da CPLP.

Na expectativa de V. Exa nos conceder a honra da sua presença, queira aceitar os nossos melhores cumprimentos,

Maria José Maya
Presidente da Direção
8 Séculos de Língua Portuguesa-Associação


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Sobre Carlos Carranca
Carlos Alberto Carranca de Oliveira e Sousa, mais conhecido como Carlos Carranca, professor do ensino superior, poeta, ensaísta, declamador, cantor e animador cultural, nasceu na Figueira da Foz, com fortes laços de ligação à Lousã. Licenciado em História, é professor auxiliar convidado da Universidade Lusófona, docente da Escola Superior de Educação Almeida Garrett e da Escola Profissional de Teatro de Cascais.

Foi Presidente da Direcção da Sociedade de Língua Portuguesa, de 1998 a 2001; fundador e membro da direcção do Círculo Cultural Miguel Torga; professor no Instituto Superior de Humanidades e Tecnologias; sócio fundador da Sociedade Africanóloga de Língua Portuguesa; sócio fundador do Círculo Cultural Miguel Torga; sócio da Associação Portuguesa de Escritores; director adjunto do jornal Artes e Letras e consultor cultural da Associação dos Antigos Estudantes de Coimbra em Lisboa, assumindo-se, ainda, como apoiante indefectível da Académica. Entre as instituições com as quais colabora regularmente, podemos citar o Museu da República e Resistência e a Associação 25 de Abril.

Na Universidade Lusófona levou a cabo uma intensa actividade e marcante acção cultural: director do Gabinete de Acção Cultural; fundador e director-adjunto da Biblioteca Geral (com o director, Professor Vítor de Sá); fundador e presidente do Conselho Fiscal das Edições Universitárias Lusófonas; secretário do Centro de Estudos de História Contemporânea; fundador do Centro de Iniciação Teatral, juntamente com Carlos Avilez e João Vasco; fundador e coordenador da colecção científico-literária Meia Hora de Leitura, em parceria com Vítor de Sá – no âmbito das actividades da Biblioteca.

Também nas escolas do concelho de Cascais, onde exerceu docência, o seu papel como divulgador da poesia portuguesa e animador cultural se destacou. Na Escola Secundária Ibn Mucana, entre outras coisas, dirigiu as actividades culturais da biblioteca e criou a revista Oxalá. Na Escola Secundária de Alvide organizou o Movimento Juvenil, a nível nacional, de apoio à candidatura de Miguel Torga ao Prémio Nobel (com recolha de assinaturas entregues em Estocolmo).

Durante os anos 1994-99 foi responsável pela Noite das Artes – espectáculo de encerramento das Jornadas de Educação e Cultura do Concelho de Cascais, onde poetas como Miguel Torga, António Gedeão, Manuel Alegre, Luís Goes, Helena Cidade Moura, Fernando Silvan e Sophia de Mello Breyner foram homenageados.
Estudioso das tradições populares e académicas de Coimbra, é como poeta que se torna conhecido em dois livros profundamente ligados à temática da cidade do Mondego:Serenata Nuclear e Sete Poemas para Carlos Paredes. É, no entanto, como divulgador da poesia portuguesa, como poeta e ensaísta – torguiano convicto (responsável pela homenagem nacional a Miguel Torga e coordenador da homenagem que lhe foi prestada no concelho de Cascais) – e como animador cultural, que o seu trabalho ganha ainda mais importância, destacando-se Poesia para Todos, três anos consecutivos em palco, no auditório do Instituto Português da Juventude (Parque das Nações), de 1999 a 2002, com uma apresentação de sucesso no Cine Teatro da Lousã.

É, também, no Cine Teatro da Lousã que lança uma das suas obras poéticas, Lousã em Menino. A este propósito deve-se referir a prontidão que sempre tem demonstrado para colaborar com a autarquia e o carinho com que as gentes da Lousã têm recebido aquele que consideram um dos seus.

Das várias obras publicadas, destaca-se o livro Torga, o Bicho Religioso, nascido da relação pedagógica de Carlos Carranca com os seus alunos da Escola Profissional de Teatro de Cascais, a quem foi dedicado, tendo sido objecto de apresentação pública em muitos municípios.

rose; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"> Em 7 de Junho de 2002, recebeu a Medalha de Mérito Cultural do Município de Cascais.

Obras publicadas:
Poesia – Imagem, Lisboa, 1981; À procura do amor perdido, Lisboa, 1982; Ressureição, Coimbra, 1992; 7 Poemas para Carlos Paredes, Lisboa, 1994, 2ª ed. 1994, 3ª ed. rev. aum. 1996; 4ª ed. revista e aumentada, 1998; Serenata Nuclear, Coimbra, 1994; Pedras suspensas, Lisboa, 1996; O espírito da raiz, Lisboa, 1997; Homo viator (in Espírito da raiz), Lisboa, 1997; Lousã em Menino, Lisboa, 1998; Neste lugar sem portas, Lisboa, 2002.

Ensaio – Torga, o português do mundo, Coimbra, 1988; Miguel Torga e a África portuguesa, Lisboa, 1995; O Fantasma de Pascoaes, Lisboa, 1996, 2ª ed. ver. aum., 1997;Torga – o bicho religioso, Lisboa, 2000, 2ª ed. rev. aum., 2000; A Nostalgia de Deus ou a palavra perdida em Miguel Torga, Lisboa, 2001; O sentimento religioso em Torga e em Unamuno, Lisboa, 2002.

Outras publicações – O coração ao pé da boca, Lisboa, 2001.
Org. Antologias Poéticas – O Poema, Lisboa, 1998; O Poema 2, 1999; O Poema 3, 2000; O Poema 4, 2001; 25 Poemas de Abril, Lisboa, 1999; 25 Poemas no feminino, Lisboa, 2001; Poemas 25, Lisboa, 2001.


In Projecto Vercial, Universidade do Minho, disponível em: http://alfarrabio.di.uminho.pt/vercial/carranca.htm

28 de abril de 2015

28|abril |18h00 -Tertúlia poética dedicada a São Tomé e Príncipe- Poetas de Mar e Mundo- Casa Fernando Pessoa

É HOJE! 
28|abril |18h00
Tertúlia poética dedicada a São Tomé e Príncipe
Poetas de Mar e Mundo
Casa Fernando Pessoa

Quem somos?
«O mar chama por nós, somos ilhéus!
Trazemos nas mãos sal e espuma
cantamos nas canoas
dançamos na bruma».
Olinda Beja (Guadalupe-São Tomé e Príncipe)

CONVITE-TERTÚLIA POÉTICA DEDICADA A SÃO TOMÉ E PRÍNCIPE
Iniciativa da 8 Séculos de Língua Portuguesa-Associação na Casa Fernando Pessoa.
A 8 Séculos de Língua Portuguesa-Associação convida para a próxima tertúlia poética dedicada à poesia de São Tomé e Príncipe, no dia 28 de abril, 3ª feira, às 18 horas, na Casa Fernando Pessoa, no âmbito das Comemorações dos 8 Séculos da Língua Portuguesa.
Teremos o privilégio da participação da Professora Doutora Olinda Beja, poetisa e narradora, também dedicada à docência, com vários livros publicados e que tem feito sessões de divulgação da poesia e da música, dando a conhecer a cultura santomense e do músico Filipe Santos.
Esperamos por si! smile emoticon

24 de abril de 2015

28|abril|18h00-Poetas de Mar e Mundo-Tertúlia poética dedicada a São tomé e Príncipe-Casa Fernando Pessoa


CONVITE
TERTÚLIA POÉTICA DEDICADA A SÃO TOMÉ E PRÍNCIPE

Iniciativa da 8 Séculos de Língua Portuguesa-Associação
na
Casa Fernando Pessoa

A 8 Séculos de Língua Portuguesa-Associação convida para a próxima tertúlia poética dedicada à poesia de São Tomé e Príncipe, no dia 28 de abril, 3ª feira, às 18 horas, na Casa Fernando Pessoa, no âmbito das Comemorações dos 8 Séculos da Língua Portuguesa.

Teremos o privilégio da participação da Professora Doutora Olinda Beja, poetisa e narradora, também dedicada à docência, com vários livros publicados e que tem feito sessões de divulgação da poesia e da música, dando a conhecer a cultura santomense e do músico Filipe Santo.

É Olinda Beja que no seu poema «Quem somos?» nos afirma que «O mar chama por nós, somos ilhéus!/Trazemos nas mãos sal e espuma/cantamos nas canoas/dançamos na bruma».

Depois de uma breve preleção sobre a literatura santomense, daremos lugar à declamação de poesia e, no final, abriremos a sessão à participação do público.

Esta tertúlia insere-se no ciclo intitulado «Poetas de Mar e Mundo», que tem por objetivo promover e divulgar a poesia dos países de língua oficial portuguesa, dando a conhecer, através dela, as diversas culturas, aproximando os povos que usufruem de uma riqueza cultural em comum – a Língua Portuguesa.

Escolhemos para este ciclo de tertúlias a Casa Fernando Pessoa pela simbólica que encerra, pelo facto de o “Mar” estar presente na poesia pessoana, por este ano se assinalarem os 80 anos sobre o falecimento de Fernando Pessoa e os 100 anos do heterónimo de Alberto Caeiro, por prestigiar as literaturas dos países de língua portuguesa e, acima de tudo, por ser prestigiada por elas.

Nas tertúlias anteriores, a 8 Séculos de Língua Portuguesa-Associação convidou diversos declamadores para nos apresentarem a poesia dos seus países: Jorge Pessoa (Angola), Lauro Moreira (Brasil), Celina Pereira (Cabo-Verde), Emílio Tavares Lima (Guiné-Bissau) Elsa de Noronha (Moçambique) e José Amara (Timor-Leste). Fizeram uma retrospetiva sobre o contexto literário no Brasil, em Cabo Verde, na Guiné-Bissau, em Moçambique  e em Timor-Leste, o Embaixador Lauro Moreira, o Professor Doutor Alberto de Carvalho, o Doutor Ernesto Dabó, o Dr. Emílio Tavares Lima, a Drª Giulia Spinuzza e o Professor Luís Costa, respetivamente.

Seguir-se-á a tertúlia dedicada a Portugal no dia 14 de maio, 5ª feira, com a qual encerraremos este ciclo dedicado à promoção e divulgação da poesia dos países da CPLP.

Contamos consigo! Calorosas saudações!


Sobre Olinda Beja

Olinda Beja nasceu em Guadalupe – S. Tomé e Príncipe .Criança ainda deixou as ilhas e passou a viver do outro lado do mar, em terras frias e alcantiladas da Beira Alta. Um dia resolveu voltar às suas raízes maternas. Chamou-a o som do ossobô, os rios caudalosos, o canto das aves exóticas, a voz de Sam Lábica, sua mãe… Derramou então a sua vida dupla de entre mar e montanha, Europa/África, em palavras poéticas, fundas, sentidas, em páginas de livros por onde vai mitigando uma sede antiga.

As suas obras têm sido objeto de estudo em várias universidades nomeadamente no Brasil, Inglaterra, Alemanha, França, África do Sul e nas escolas portuguesas da Suiça e do Luxemburgo onde, como leitura integral, foram adotadas as seguintes obras “15 Dias de Regresso”(Romance)  e “Pé-de-Perfume” (Contos). O  seu  livro de contos  - “Histórias da Gravana” - foi nomeado, entre os finalistas, para o grande Prémio Literário PT 2012.

Durante o ano escolar, Olinda Beja desloca-se a estabelecimentos de ensino do universo lusófono onde, através de conferências e entrevistas, dá a conhecer as ilhas do cacau e do café fazendo a aproximação dos povos que usufruem de uma riqueza cultural em comum – a Língua Portuguesa- pelo que pode ser contactada através do email: olindabeja@hotmail.com.

Acompanhada à viola pelo músico santomense Filipe Santo, Olinda Beja tem feito recitais de poesia em vários palcos do mundo – Brasil, França, Austrália, Luxemburgo, Portugal, Suiça, Alemanha –festival internacional de poesia de Berlim 2008 -, Timor,  fazendo com que haja um maior conhecimento da poesia e dos poetas de São Tomé e Príncipe.


Recentemente foi-lhe atribuído o Grande Prémio Literário Francisco José Tenreiro (o maior prémio literário de S.Tomé e Príncipe) pela sua obra poética “À Sombra do Oká” (a sair em breve em S. Paulo - Brasil).

27 de março de 2015

30 mar | 19h - Assinala-se na Casa Fernando Pessoa a passagem de um século sobre o nascimento do poeta etnólogo Ruy Cinatti

RUY CINATTI (1915-1986)

Fernando Martinho convida Padre Peter Stilwell

30 de março | Segunda | 19h
Duração 70 minutos
Entrada Livre
Para assinalar a passagem de um século sobre o nascimento do poeta etnólogo Ruy Cinatti, o Professor Fernando Martinho (FLUL) traz à Casa Fernando Pessoa o Pe. Peter Stilwell para com ele relembrar e repensar o trabalho do autor que Jorge de Sena assim descreveu: "[a sua poesia] foi das primeiras a reafirmar entre nós, pela dignidade da linguagem e pela severa independência da intenção, aquele superior sentido das exigências culturais da "aventura" poética que o grupo de Orpheu proclamara».
Iniciativa CASA FERNANDO PESSOA:  https://www.facebook.com/casafernandopessoa

12 de março de 2015

12|março|18 horas-Tertúlia poética dedicada a Timor-Leste- Casa Fernando Pessoa-Comemorações dos 8 Séculos da Língua Portuguesa

É hoje! 
Venha celebrar o centenário do nascimento de Ruy Cinnati na Casa Fernando Pessoa! 

12|março
Quinta feira | 18 horas
Tertúlia poética dedicada a Timor-Leste

A 8 Séculos de Língua Portuguesa-Associação realiza a tertúlia poética dedicada à poesia de Timor-Leste, hoje,  dia 12 de março, às 18 horas, na Casa Fernando Pessoa, no âmbito das Comemorações dos 8 Séculos da Língua Portuguesa. 

Esta tertúlia foi organizada em articulação com os Serviços Consulares e Culturais da Embaixada da República Democrática de Timor-Leste, um privilégio para esta Associação e para a Casa Fernando Pessoa.
Teremos o privilégio da participação do Dr. Luís Costa, linguista timorense, professor, conhecedor da cultura timorense e, José Amaral, ator, contador de histórias, declamador de poesia e cantoautor timorense, Responsável Cultural e Consular da Embaixada de Timor-Leste que farão um enquadramento do historial da literatura leste-timorense. 
Depois de uma breve preleção sobre a literatura leste-timorense, dar-se-á lugar à declamação de poesia e, no final, a sessão será aberta à participação do público.
Esta tertúlia insere-se no ciclo intitulado «Poetas de Mar e Mundo», que tem por objetivo promover e divulgar a poesia dos países de língua oficial portuguesa, dando a conhecer, através dela, as diversas culturas e aproximando os povos que partilham a mesma língua.
Assinalamos, nesta tertúlia, o centenário do nascimento de Ruy Cinatti, que nos recorda que «tudo flui como num rio outro e todos os rios cessam no mar (…)/ É no mar de móveis horizontes que nos juntaremos a sós com os elementos água, céu e fogo».
Escolhemos para este ciclo de tertúlias a Casa Fernando Pessoa pela simbólica que encerra, pelo facto de o “Mar” estar presente na poesia pessoana, por este ano se assinalarem os 100 anos dos heterónimos pessoanos, por prestigiar as literaturas dos países de língua portuguesa e, acima de tudo, por ser prestigiada por elas.

Contamos com a sua presença!

9 de fevereiro de 2015

12|fevereiro| 18h -Tertúlia poética dedicada a Moçambique - Casa Fernando Pessoa-Comemorações dos 8 Séculos da Língua Portuguesa

12 de fevereiro, 
5ª feira |18 horas | Casa Fernando Pessoa

Quenguelequêze!… Quenguelequêze!…
Quenguelequêêêzeee
Quenguelequêêêzeee

Sauda-nos,em júbilo e espanto, Rui de Noronha!

No âmbito das Comemorações dos 8 Séculos da Língua Portuguesa, a 8 Séculos de Língua Portuguesa-Associação tem a honra de convidar para a tertúlia poética dedicada à poesia de Moçambique.

 Teremos o privilégio da participação da Drª Elsa de Noronha, poeta do dizer, e da Professora Doutora Ana Mafalda Leite que irá fazer uma preleção sobre o historial da literatura moçambicana. Depois, dar-se-á lugar à declamação de poesia e, no final, a sessão será aberta à participação do público. Esta tertúlia é a quinta do ciclo de Poesia em Língua Portuguesa intitulado «Poetas de Mar e Mundo». 

Este ciclo de tertúlias poéticas em língua portuguesa intitula-se genericamente "Poetas de Mar e Mundo", pelo facto de o Mar interpelar todos os povos de língua oficial portuguesa, uma língua que dialoga com outras línguas nacionais, de onde vislumbramos a “Ilha de Próspero”, a Muipiti de Rui Knopfli, com os “caminhos sempre abertos para o mar”. Escolhemos a Casa Fernando Pessoa pela simbólica que encerra, pelo facto de o “Mar” estar presente na poesia pessoana, por prestigiar as literaturas dos países de língua portuguesa e, acima de tudo, por ser prestigiada por elas.

Elsa de Noronha, filha de Rui de Noronha, poeta  e contista, o precursor mais jovem da moderna poesia moçambicana irá, decerto, trazer-nos a lua nova, a boa nova de seu pai, anunciando Quenguelequêze!”(1)

(1) Quenguelequêze!”- Do nascimento à queda do cordão umbilical, entre os barongas, em Moçambique, deve observar-se um período de reclusão, em que o pai não pode entrar na palhota sob pretexto algum e ao amante da mãe de uma criança ilegítima é vedado  passar nesse período defronte da palhota, sob pena de a criança morrer. O período de reclusão, entre algumas famílias de barongas, é levado até ao aparecimento da primeira lua nova, dia de grande regozijo e em que a criança, depois de uma cerimónia especial denominada “iandlba”, aparece publicamente na aldeia, livre do que consideram "a poluição" da mãe. (Informação obtida via Zócalo Poets).


4 de fevereiro de 2015

12|fevereiro| 18h -Tertúlia poética dedicada a Moçambique - Casa Fernando Pessoa-Comemorações dos 8 Séculos da Língua Portuguesa


Quenguelequêze!” Sauda-nos,em júbilo e espanto, Rui de Noronha!

A 8 Séculos de Língua Portuguesa-Associação tem a honra de convidar para a próxima tertúlia poética dedicada à poesia de Moçambique, no dia 12 de fevereiro, 5ª feira, às 18 horas, na Casa Fernando Pessoa, no âmbito das Comemorações dos 8 Séculos da Língua Portuguesa. 

 Teremos o privilégio da participação da Drª Elsa de Noronha, poeta do dizer, e da Professora Doutora Ana Mafalda Leite que irá fazer uma preleção sobre o historial da literatura moçambicana. Depois, dar-se-á lugar à declamação de poesia e, no final, a sessão será aberta à participação do público. Esta tertúlia é a quinta do ciclo de Poesia em Língua Portuguesa intitulado «Poetas de Mar e Mundo». 

Este ciclo de tertúlias poéticas em língua portuguesa intitula-se genericamente "Poetas de Mar e Mundo", pelo facto de o Mar interpelar todos os povos de língua oficial portuguesa, uma língua que dialoga com outras línguas nacionais, de onde vislumbramos a “Ilha de Próspero”, a Muipiti de Rui Knopfli, com os “caminhos sempre abertos para o mar”. Escolhemos a Casa Fernando Pessoa pela simbólica que encerra, pelo facto de o “Mar” estar presente na poesia pessoana, por prestigiar as literaturas dos países de língua portuguesa e, acima de tudo, por ser prestigiada por elas.

Elsa de Noronha, filha de Rui de Noronha, poeta  e contista, o precursor mais jovem da moderna poesia moçambicana irá, decerto, trazer-nos a lua nova, a boa nova de seu pai, anunciando Quenguelequêze!”(1)

(1) Quenguelequêze!”- Do nascimento à queda do cordão umbilical, entre os barongas, em Moçambique, deve observar-se um período de reclusão, em que o pai não pode entrar na palhota sob pretexto algum e ao amante da mãe de uma criança ilegítima é vedado  passar nesse período defronte da palhota, sob pena de a criança morrer. O período de reclusão, entre algumas famílias de barongas, é levado até ao aparecimento da primeira lua nova, dia de grande regozijo e em que a criança, depois de uma cerimónia especial denominada “iandlba”, aparece publicamente na aldeia, livre do que consideram "a poluição" da mãe. (Informação obtida via Zócalo Poets).


20 de janeiro de 2015

22|janeiro| 18h -Tertúlia poética dedicada à Guiné-Bissau- Casa Fernando Pessoa-Comemorações dos 8 Séculos da Língua Portuguesa

A 8 Séculos de Língua Portuguesa-Associação tem a honra de o convidar  para a próxima tertúlia poética dedicada à poesia da Guiné-Bissau, no dia 22 de janeiro, 5ª feira, às 18 horas, na Casa Fernando Pessoa, no âmbito das Comemorações dos 8 Séculos da Língua Portuguesa. 

Teremos o privilégio da participação da AEGUI-Associação de escritores da Guiné-Bissau, entidade parceira das Comemorações dos 8 Séculos da Língua Portuguesa, na República da Guiné-Bissau.

Esta tertúlia, que é a quarta do ciclo de Poesia em Língua Portuguesa intitulado «Poetas de Mar e Mundo», tem como convidado de honra o Dr. Emílio Tavares Lima, poeta guineense e membro da AEGUI, que fará também uma preleção inicial sobre a panorâmica literária e cultural na Guiné-Bissau.

Depois, dar-se-á lugar à declamação de poesia e, no final, a sessão será aberta à participação do público.

Este ciclo de tertúlias poéticas em língua portuguesa intitula-se genericamente "Poetas de Mar e Mundo", pelo facto de o Mar interpelar todos os povos de língua oficial portuguesa, uma língua que dialoga com outras línguas nacionais, relação esta que António Baticã Ferreira, poeta guineense, deixa expressa nas premissas iniciáticas presentes nos seguintes versos: «Olhai: o Mar tem influência singular. Sobre mim(...)/Ah!, que impressão nos faz o Mar!»

Escolhemos a Casa Fernando Pessoa pela simbólica que encerra, pelo facto de este ano se assinalarem os 100 anos dos heterónimos pessoanos, pelo facto de o “Mar” estar presente na poesia pessoana, por prestigiar  as literaturas dos países de língua portuguesa e, acima de tudo, ser prestigiada por elas. 


A 8 Séculos de Língua Portuguesa-Associação já dedicou uma tertúlia aos poetas de Angola, do Brasil e de Cabo-Verde. Recebe agora a Guiné-Bissau,  na Casa Fernando Pessoa.

19 de janeiro de 2015

22|janeiro|2015-18h-20h- "Djumbai"-Tertúlia poética dedicada à Guiné-Bissau- Casa Fernando Pessoa-Comemorações dos 8 Séculos da Língua Portuguesa

"Djumbai" (1) na tertúlia poética dedicada à Guiné-Bissau, na Casa Fernando Pessoa, integrada no ciclo de poesia «Poetas de Mar e Mundo», no âmbito das Comemorações dos 8 Séculos da Língua Portuguesa, organizada pela 8 Séculos de Língua Portuguesa-Associação, em parceria com a AEGUI-Associação de Escritores da Guiné-Bissau. 

Cartaz: Emílio Tavares Lima
(1) Djumbai significa convívio.

5 de dezembro de 2014

11|dezembro|18h00-Casa Fernando Pessoa-3ª Tertúlia poética -«Poetas de Mar e Mundo» - Poesia de Cabo-Verde

CONVITE

11|dezembro|18h00
Casa Fernando Pessoa

Esta tertúlia, que é a terceira do ciclo de Poesia em Língua Portuguesa intitulado «Poetas de Mar e Mundo», tem como convidada de honra a pedagoga e cantora Celina Pereira.

A sessão iniciar-se-á com uma breve preleção do Professor Doutor Alberto de Carvalho intitulada «Historial da Literatura Caboverdiana».

Depois dar-se-á lugar à declamação e, no final, haverá espaço para a participação do público.


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CELINA PEREIRA



Cantora e pedagoga cabo-verdiana, nascida na Boavista.

Licenciada em Educação Infantil, escritora de livros infantis, autora de três áudio-livros multilingues, com destaque, entre outras publicações, para «Estória, estória...do Tambor a Blimunda».

Comendadora da Ordem do Mérito da República Portuguesa e Medalha do Vulcão de 1º grau pela Presidência da República de Cabo Verde. Foi condecorada, em 2003, em Portugal, com a medalha de mérito - grau Comendadora - pelo Presidente português, Jorge Sampaio, pelo seu trabalho na área da educação e da cultura cabo-verdiana.

Coordenadora artística dos Contos Tradicionais da Comunidade de Países de Língua Portuguesa (CPLP-2014).

Presidente da Assembleia Sphaera Mundi - Associação Internacional de Cooperação para o Desenvolvimento.

Prémio Amílcar Cabral Nápoles /Itália (2007) e Prémio Carreira Cabo Verde Music Awards (CVMW-2014).

 O seu primeiro single foi editado em 1979. Em 1986, é editado o seu primeiro disco, "Força di Cretcheu" (Força do Meu Amor), com arranjos e direção musical de Paulino Vieira, que inclui histórias e cantigas de roda, brincadeira, casamento e trabalho.

Em 1990, lançou o LP "Estória, Estória... No Arquipélago das Maravilhas" que contou com a colaboração de Paulino Vieira. Iniciou um trabalho de contadora de estórias em 1991, nos Estados Unidos.

"Estória, Estória..." foi reeditado em CD e em formato audiolivro (livro/cassete) tendo vários prémios internacionais.

"Estória, Estória... do Tambor a Blimundo" é um áudio-livro que pretende recuperar o património expressivo das histórias e jogos de roda tradicionais africanos. As ilustrações são da autoria da italiana Cláudia Melotti e os textos são da autoria de Celina Pereira bem como a adaptação de dois contos africanos, que tem uma nova edição, mais universal e multilíngue, com versões em português, crioulo, inglês e francês. As ilustrações são do pintor moçambicano Roberto Chichorro.

Edita pela editora francesa Melódie, em 1993, o álbum "Nós Tradição". Participa na compilação "Pensa nisto!...".

No disco "Harpejos e Gorjeios", editado em 1998, canta em crioulo e português. Contou com a direção musical de Zé Afonso. Interpreta a morna "Bejo de Sodade", da autoria de B. Leza, com o fadista Carlos Zel.

Colabora com Martinho da Vila no tema "Nutridinha (nutridinha do sal)" do disco "Lusofonia" de 2000.

Tem em preparação a edição de um conto baseado na história da ilha da Boa Vista (Cabo Verde).

Desde sempre preocupada com as questões da preservação da memória coletiva e, consequentemente, da própria identidade do povo cabo-verdiano, Celina Pereira vem cumprindo, desde o seu primeiro LP "Força di Crêtcheu", a aventura de tentar recuperar a riqueza e diversidade da cultura musical do povo cabo-verdiano.

Com pesquisas e recolhas efetuadas em Cabo Verde e na diáspora cabo-verdiana espalhada pelo mundo, Celina Pereira tem recuperado mazurcas, cantigas de casamento e mornas, cantigas de roda, lunduns, choros, lenga-lengas e toadas rurais e possibilitado a salvaguarda destes temas.

Celina Pereira tem ainda desenvolvido actividade permanente em diversas áreas da comunicação, nomeadamente como jornalista de rádio e contadora de estórias, atividade iniciada em liceus e escolas de Boston, Massachussets, USA, desde 1990.


Com uma imagem marcante, olhos verdes e olhar penetrante, Celina diz que é uma mulher exigente e orgulhosa. Inteligente e culta, é com grande empenho e dedicação que abraça os seus projetos e com muita garra que luta por eles. O céu é o seu único limite e a rosa amarela a sua flor preferida.


Organização: 8 Séculos de Língua Portuguesa-Associação

11 de novembro de 2014

13-nov| 18h00 |Quinta-feira-Poetas de Mar e Mundo: Brasil-Tertúlia poética

13-nov| 18h00 |Quinta-feira
Poetas de Mar e Mundo: Brasil
Segunda tertúlia poética deste ciclo: Maria Maya e o Embaixador Lauro Moreira em viagem pela literatura brasileira.


 



Sua Excelência o Embaixador Lauro Moreira prestigia as Comemorações dos 8 séculos da Língua Portuguesa com um recital de poesia brasileira na Casa Fernando Pessoa em parceria com Maria José Maya, Presidente da 8 Séculos de Língua Poruguesa-Associação, a entidade organizadora do recital e das Comemorações dos 8 Séculos da Língua Portuguesa.

Organização: 8 Séculos de Língua Portuguesa-Associação
Parceria: Casa Fernando Pessoa

12 de outubro de 2014

16|out-18h30 - Casa Fernando Pessoa -Lisboa- Poetas de Mar e Mundo- Poesia de Angola

16|out -18h30 - Casa Fernando Pessoa -Lisboa 



Os Poetas de Mar e Mundo promovem uma tertúlia poética com poesia de Angola, dita por Maria Maya e Jorge Pessoa, no âmbito das Comemorações dos 8 Séculos da Língua Portuguesa.

Autoria da fotografia: Casa Fernando Pessoa